domingo, 15 de março de 2009

sexta-feira, 13 de março de 2009

quinta-feira, 12 de março de 2009

quarta-feira, 11 de março de 2009

terça-feira, 10 de março de 2009

segunda-feira, 9 de março de 2009

domingo, 8 de março de 2009

Why?

Porque é que, por vezes, dizemos coisas que realmente não sentimos?! Coisas que nos saem da boca para fora, sem pensarmos...coisas que não sentimos, e muito menos podemos concordar...?


sexta-feira, 6 de março de 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009

Páginas amarelas...envelhecidas.

Face de um homem velho, como as mais usadas e envelhecidas páginas de um jornal;

Onde tudo já está escrito e estabelecido, e o medo impede de voltar a reescrever
a página seguinte!

Faces...

quarta-feira, 4 de março de 2009

...mais mãos!


Provavelmente, neste meu último desenho já devia até sonhar com mãos, visto que passei um semestre inteiro (sem contar com o secundário) a desenhá-las em diários gráficos! Já só via mãos, mãos e mais mãos....





terça-feira, 3 de março de 2009

Sobre a palma das minha mãos...


A minha imagem da cidade, que é somente interpretada e "modificada" por mim intimamente numa folha de papel virgem!

e...mais na minha cidade de Lisboa!

segunda-feira, 2 de março de 2009

...ALL STAR*


...de volta a casa, NO METRO!


...até ao mais insignificante ser!


Da sociedade no seu todo às multidões, até ao mais insignificante indivíduo, podemos registar numa folha em branco tudo o que nos é transmitido por meio de sensações, emoções...

sábado, 28 de fevereiro de 2009

"VIAGEM CITADINA" (Lisboa)


Como «pequena aprendiz» que ainda sou, só me resta
esboçar e experimentar infinitamente. Espero que, com a prática, alcance os meus
objectivos a nível de Desenho, e com este blog, apresentar tal
evolução.

O ARTISTA

Raul Waldo Emerson
"É fácil, no mundo, viver conforme as opiniões do
mundo; é fácil, na solidão, viver conforme as
próprias opiniões; mas o grande homem é aquele
que, no meio da multidão, mantém com perfeita
doçura a independência da solidão."
O artista, o Homem do Mundo e da Modernidade, vagueia por entre as multidões citadinas; é um génio com mente de criança, sempre na esperança que algo lhe capte a atenção.